Banir a expressão obesidade infantil não resolve o problema!
Ontem, saiu uma notÃcia no Daily Mail de que o Conselho da cidade de Liverpool (Inglaterra) está considerando a possibilidade de banir a expressão obesidade infantil, isto é, de proibir o emprego da expressão obesidade quando se tratando de crianças como uma forma de fazer com que não se sintam ofendidas.
Apesar do tom negativo que a expressão possui, principalmente por muitas pessoas usá-la em um sentido pejorativo, não mais dizer que uma pessoa está obesa (independente de ser criança ou não), não ajudará a resolver o seu real problema - a falta de controle sobre o seu peso.
Sim, simplesmente não dizer que alguém está obeso não significa que o mesmo conseguiu perder peso. O problema real ainda persiste e, se não for acompanhado por um nutricionista e tratado, poderá levar a sérias complicações, como o desenvolvimento de outras doenças crônicas não transmissÃveis, como a hipertensão arterial e o diabetes, ou até mesmo à morte!
Apesar de haver um grande número de fontes de informação a respeito desse problema de saúde, a falta de um controle maior por parte da famÃlia, governo e escolas quanto ao que a criança come em casa e nas escolas dificulta a resolução desse tipo de problema.
Aqui mesmo, em nosso blog, nós já falamos diversas vezes sobre obesidade e como combatê-la, como:
- O impacto da obesidade na adolescência;
- O que é obesidade mórbida;
- Os riscos da obesidade infantil.
Entretanto há uma grande diferença entre falar e agir, algo que somente a pessoa e a sua famÃlia podem fazer.
Sendo assim, apesar de parecer moralmente bonito não mais dizer que uma criança se encontra obesa pela reputação negativa que a expressão recebe (que nada mais é do que uma doença crônica não transmissÃvel), isso não ajuda a solucionar o problema de saúde em si.
E você, amigo(a) leitor(a), o que acha da ideia de banir a expressão obesidade infantil?


April 21st, 2010 at 3:35 pm
Oi!
Obrigada pela visita no Infobeso!
Se quiser ter textos publicados lá, basta me enviar que coloco no blog com os créditos e link para cá.
Um abraço
Denise